Acho que sempre é hora de discutir negócios. Nesta série, a análise de alguns produtos:






Acho que sempre é hora de discutir negócios. Nesta série, a análise de alguns produtos:






Descobri outro dia que um dos meus artistas favoritos é candidato ao Senado pela Bahia. Ele não tem chance alguma, por isso acho que os adversários não vão ficar bravos se eu indicar o link do último programa:
O nosso sistema solar ficou, nesta tarde, mais filosófico e menos engraçado. O planeta-anão que deu origem a toda a confusão envolvendo a redução do grau de Plutão mudou de nome (aliás, piadinha básica, foi só o Caixa D’Água ir pro céu, e um planeta já foi rebaixado). Passou de “Xena”, alusão à heróica princesa guerreira, nome que ostentava provisoriamente, para Éris, a deusa grega da discórdia.
O nome grego é extremamente adequado, considerando a celeuma que a descoberta do planetinha causou. Mas certamente era muito mais divertido imaginar, um dia, a viagem tripulada à Xena. Aliás, isso me lembra o caso de uma ponte do leste europeu, que iria ser batizada de acordo com o resultado de uma votação na internet. Até o mês passado, liderava com folga a alcunha de “Chuck Norris”.
Ah, sim. Claro que continuamos na luta pela Rua Roberto Sponggia, que um dia ainda brilhará em algum bairro de São Paulo, que futuramente poderá vir a ser batizado de Fenda do Biquini…
“Não ficamos adultos, só ficamos bobos maiores” – L. F. Veríssimo
“Se bater na madeira isolasse o azar, o pica-pau não estaria em extinção” – Eugênio Mohallem
“Feliz é o diplomata, que pode servir à pátria longe dela” – Marcílio Marques Moreira
“Evite acidentes: faça tudo de propósito” – Carlito Maia
“Eu detesto citações” – Ralph Emerson
Em mais uma ótima série, Caco Galhardo imagina como seriam os grandes sucessos do cinema se tivessem sido feitos no Brasil… Não vou colocar todos, só os melhores. Aliás, para mim a primeira é a melhor de todas.




Todos eles, claro, financiados com o dinheiro público da Lei Rouanet, e sem necessidade de prestação de contas. Depois dizem que é duro fazer cinema no Brasil…
Seguindo as novas e modernas tendências empresariais, terceirizei a confecção desse post, que ficou a cargo do Dondon. Tudo em consonância com a malfadada Súmula 331 do TST.
Aliás, para quem gostar do assunto, recomendo o texto “Enunciado 331: ame-o ou deixe-o”, de Jorge Luiz Souto Maior, que, como vocês sabem, é um dos meus prediletos. Se querem algo mais curto, ele fez esse outro, que é meio um resuminho:
http://conjur.estadao.com.br/static/text/26032,1
Enfim, voltando ao início, abro esse espaço para o Dondon falar, já que ele elogiará uma loira que eu acho lindíssima, coisa rara. E envolve também o Bob Dylan, que ele conhece bem, e eu não…
Fala, Dondon:
“Bob Dylan acaba de lançar seu novo álbum “Modern Times”. Pretensão usar o mesmo nome da obra prima do Chaplin? Pode até ser, mas ele pode! Assim como ele pode ser um dos maiores ícones da contra cultura, sem nunca ter tido a pretensão de ser, e fazer propaganda pra Victoria’s Secret! Ele aliás, para divulgar o novo álbum, particpa da nova série de comerciais do iPod. Tudo bem, música em mp3 é contra-cultura.
Dizem que o álbum é muito bom e tal… mas nada disso importa! O que realmente importa é que o primeiro clipe retirado do álbum, “When the Deal Goes Down”, que obviamente já está disponível no you tube, é dirigido pelo Benett Miller (”Capote”) e estrelado por ninguém menos que Scarlett Johansson!!
O clipe é como se fosse uma filmagem de cenas cotidianas, tipo filmagem de férias, nos anos 60.
Essa menina (ela é mais nova que eu!) vai longe!! Depois de atuar em dois filmes do Woody Allen seguidos, ainda cai nas graças do Bob Dylan! Quem não gosta dela é melhor começar a repensar seus conceitos… e ganhar a companhia de duas das mais brilhantes mentes estadunidenses.”
Minha modesta opinião é que no “Moça com Brinco de Pérola” ela está absolutamente maravilhosa. No “Match Point” ela também não está nada mal… E ainda tem gente que não gosta, fazer o quê…
São muitas as que eu poderia colocar. Hoje é o dia da série “frases boas, autores nem tanto”:
“O poder é como o violino: toma-se com a esquerda, toca-se com a direita” – Espiridião Amin
“O Brasil é uma nação de espertos que, reunidos, formam uma multidão de idiotas” – Gilberto Dimenstein
“Noventa por cento dos políticos dão aos dez por cento restantes uma péssima reputação” – Henry Kissinger
“Foi a primeira vez que o governo FHC manifestou alguma preocupação genuína com a agricultura. O ministro José Serra mandou um jornalista plantar batatas…” – Delfim Netto
Ex-queridinho da mídia alternativa, o cantor Seu Jorge parece ter tomado o rumo das grandes massas. Depois de emplacar o irritante sucesso “É isso aí”, que tocou 37 vezes por dia durante 2 meses nas maiores rádios do país, agora uma de suas músicas – Tive Razão – foi escolhida para compor a trilha sonora do jogo Fifa Soccer 2007, e vai rodar o mundo.
Não sou exatamente um fã do trabalho dele. Mas sempre impressiona como um impulso da grande mídia leva a carreira de um cantor às mais altas alturas. E que a queda lhe seja suave…